segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI: PRÁTICAS PROFISSIONAIS






MATRIZ CURRICULAR


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UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO
CONSELHO DA PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA
COORDENAÇÃO GERAL LATO SENSU



Nome do Curso
ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI: PRÁTICAS PROFISSIONAIS

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 Proponente: Mestrado Profissional Adolescente em Conflito com a lei

1.2 Área do Conhecimento

Grande área: CIENCIAS SOCIAS APLICADAS
Subárea do Conhecimento: DIREITOS HUMANOS


1.3 . Núcleo do Curso : ÁREAS SOCIAIS CRÍTICAS

1.4. Local: Campus: Marte

1.5 Carga Horária: 360 horas

1.6. Periodicidade: Sábados das 8h00 às 17h00

1.7 Vagas: 30 vagas

1.8 Modalidade: Presencial

1.9 Infra-estrutura: SALA COM LOUSA ELETRONICA, ACESSO A INTERNET E DATA SHOW.

1.10. Habilitação: ESPECIALISTA EM PRÁTICAS PROFISSIONAIS JUNTO AO ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI

1.11. Coordenação: Isa Maria Ferreira da Rosa Guará

2. JUSTIFICATIVA
O adolescente em conflito com a lei é um tema que mobiliza a sociedade brasileira e exige de todos os setores contribuições no sentido de seu enfrentamento e superação. O crescente número de adolescentes envolvidos com a prática do ato infracional e as novas configurações destas práticas, no Brasil e em outros lugares do mundo, podem ser compreendidos como expressão de muitos fenômenos da contemporaneidade a partir de acontecimentos transnacionais, regionais e locais; ao mesmo tempo, implicam e revelam outros fenômenos graves como: os índices de mortes violentas dos adolescentes, a crescente difusão e consumo de drogas, o afastamento da escola, a perda de controle das famílias sobre eles, as dificuldades de profissionalização e inserção no mercado de trabalho e muitos outros.
A complexidade destes fatores coloca desafios para a sociedade brasileira e, em especial, para os trabalhadores da área – gestores de programas de atendimento e demais profissionais - em garantir os direitos fundamentais previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal n° 8069, de 13 de julho de 1990).
Cabe ressaltar que quanto às diferentes condições de vulnerabilidade das crianças e adolescentes, a área do adolescente autor de ato infracional demonstra menos avanços na implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), considerado um marco enquanto doutrina de proteção integral da infância e adolescência no Brasil.
A mudança de paradigma – situação irregular para sujeito de direitos - amplia o compromisso e a responsabilidade do Estado e da Sociedade Civil por soluções eficientes, eficazes e efetivas e colocam para os programas de execução das medidas socioeducativas desafios no sentido de assegurar, aos adolescentes autores de ato infracional, oportunidades de desenvolvimento e uma autêntica experiência de construção de seu projeto de vida e de exercício de cidadania.
Nesta perspectiva, o curso de Especialização Adolescente em conflito com a lei: práticas profissionais visa contribuir com a formação de profissionais que atuem em órgãos públicos e privados no planejamento, execução e avaliação de programas de atendimento aos adolescentes em conflito com a lei, particularmente aqueles profissionais alocados em programas de execução de medidas socioeducativas destinados aos adolescentes autores de ato infracional. O curso busca suprir a insuficiência
da formação acadêmica para lidar com o fenômeno em sua complexidade, no contexto das políticas públicas e sociais – redes sociais – a partir de um referencial teórico e técnico científico e de pressupostos ético-políticos na compreensão e atuação profissional na área.


3. OBJETIVOS DO CURSO

O objetivo do curso é:

Qualificar o aluno para uma ação profissional competente e inovadora na área de execução das medidas socioeducativas junto ao adolescente a partir de subsídios teórico-metodológicos científicos de diversas especialidades do conhecimento.

3.1. Objetivos Específicos:
• Desenvolver uma visão teórica atualizada, crítica e consistente que permita aos alunos dimensionar a temática adolescência em conflito com a lei no contexto dos fenômenos contemporâneos destacando o tema da violência e uma de suas expressões: a criminalidade.
• Contextualizar a temática no conjunto das políticas sociais e do Sistema de Garantia de Direitos desenvolvendo habilidades que permitam a interlocução com as diversas áreas afins de conhecimento e o trabalho intersetorial e em equipe multiprofissional.
• Favorecer a compreensão da especificidade das medidas socioeducativas e o conhecimento das estratégias de planejamento, gestão e intervenção em programas de execução das medidas socioeducativas.
• Estimular a articulação entre a teoria e a prática e a utilização de recursos e técnicas teórico-metodológicos profissionais de intervenção junto aos programas e aos adolescentes.

4. PÚBLICO-ALVO E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

O curso se direciona a Profissionais de diferentes especialidades; gestores e técnicos de órgãos públicos e privados que atuam na área, com curso superior.

5. HABILIDADES ADQUIRIDAS

O egresso do curso deverá desenvolver uma ação profissional mais competente e inovadora a partir de uma visão teórica atualizada, crítica e consistente e com conhecimento do conjunto das políticas sociais e do Sistema de Garantia de Direitos desenvolvendo habilidades que permitam a interlocução com as diversas áreas afins de conhecimento. Deverá ainda compreender a especificidade de cada uma das medidas socioeducativas e buscar estratégias de abordagem, propostas de intervenção e de gestão em programas executores das medidas articulando teoria e prática .

6. CONCEPÇÃO DO PROGRAMA

O Programa de especialização em Adolescente em Conflito com a Lei – Práticas Profissionais se fundamenta:
- no diagnóstico da realidade: aspectos quantitativos e qualitativos do fenômeno do adolescente em conflito com a lei e a caracterização das práticas profissionais dos vários programas destinados ao seu atendimento;
- na problematização das práticas de atendimento em seus aspectos científicos e de consecução dos objetivos junto aos adolescentes, segundo os parâmetros dos marcos normativos na área e propostas inovadoras;
- na concepção que o fenômeno – adolescência em conflito com a lei – é multideterminado e a compreensão e atuação junto a ele implica a interlocução de vários saberes e profissionais de diferentes especialidades;
- na convicção ético-política que a ação profissional deve estar comprometida com a garantia de direitos e a produção de novos modelos e propostas de intervenção que assegurem o desenvolvimento do adolescente como pessoa e cidadão;
- nos desafios da prática profissional como orientadores do processo de ensino e aprendizagem.
- na compreensão da necessária contribuição acadêmica e política da universidade ao enfrentamento de questões sociais complexas.
O curso de especialização Adolescente em conflito com a lei – práticas profissionais está organizado de modo a garantir a articulação do embasamento teórico com a prática. Portanto, a metodologia de ensino irá priorizar os dados da realidade local onde os profissionais atuam ou podem se inserir.


ESPECÍFICO

O adolescente em conflito com a lei 45 Direito da criança e do adolescente 15 Cláudio Hortêncio Costa Mestre em Direito
Desenvolvimento psicossocial do adolescente- 15 Jorge Broide Doutor em Psicologia
Adolescência e Criminalidade 15 Maria Fernanda Peres Doutora em Saúde Publica
Atividade Pratica 10 Professor Responsável: Cláudio Hortêncio Costa
COMUM

Proteção Social e as Funções do Estado e da Sociedade 45 Tendências contemporâneas de gestão por sistemas: SUS, SUAS, SINASE 15 Maria do Rosario C. Salles Gomes Doutora em Serviço Social
Ética, Direitos Humanos e proteção Social 15 Edson Telles/ Neusa Francisca de Jesus Doutor em Filosofia
Proteção Social
15 Isa Maria Ferreira da R.Guará
Doutora em Serviço Social
Atividade Pratica 10 Professor Responsável: Maria do Rosario C. Salles Gomes

ESPECÍFICO

Medidas e Programas Socioeducativos 45 Plano socioeducativo institucional 15 Irandi Pereira /Claudio Hortencio Costa Doutora em Educação-
Mestre em Direito
Programas socioeducativos: planejamento, gestão, avaliação e formação 15 Irandi Pereira /Maria do Rosário C. Salles Gomes Doutora em Educação-
Doutora em Serviço Social
Plano Individual de Atendimento - PIA 15 Flavio Frassetto Mestre em Psicologia
Atividade Pratica 10 Professor Responsável: Irandi Pereira


ESPECÍFICO

Medidas Socioeducativas e Práticas Profissionais 45 Interdisciplinaridade e cotidiano 15 Neusa Francisca de Jesus/Isa Maria F. Rosa Guará Doutora em Serviço Social
Grupos e Instituições 15 Jorge Broide /M.de Lourdes Trassi Teixeira- Doutor em Psicologia - Doutora em Serviço Social
Metodologias de Intervenção 15 Isa Maria F.da Rosa Guará Doutora em Serviço Social
Atividade Pratica 10 Professor Responsável: Neusa Francisca de Jesus


MÓDULO DO TCC


Seminários de Aplicação do Conhecimento 85 Metodologia Cientifica - Presencial 10 Nilton Ken Ota Mestre em Sociologia
Metodologia Cientifica – A distância 20
Oficinas Complementares 20 Nilton Ken Ota Mestre em Sociologia
Oficinas Temáticas 20 Wilson Donizete (responsável) Doutor em Direito
Orientação 3
Defesa 12
TOTAL 360



7.1. Relação entre módulos específicos e módulos comuns

A integração dos módulos comuns aos módulos específicos poderá ser alcançada com o planejamento conjunto dos módulos. Além disso, a participação dos docentes do Mestrado Profissional em diferentes módulos facilita a articulação de conteúdos. Com a introdução das atividades programadas as conexões serão também articuladas com a aplicação prática dos conteúdos.
Os módulos comuns são intercalados com um modulo específico com o objetivo de colocar o aluno em contato com temas específicos logo a partir do segundo modulo.

7.2. Descrição dos módulos

MÓDULO 1

(comum): Políticas Públicas e Direitos Sociais


Descrição do módulo: Aborda o processo de construção das Políticas Públicas, seus fundamentos e a formação do estatuto dos direitos sociais. Analisa os determinantes da Seguridade Social que têm vigorado no país em distintos contextos históricos, com ênfase na reforma democrática de 1988. Contextualiza as questões centrais da vida contemporânea e os padrões de relações do mundo globalizado. Enfatiza a reflexão sobre os processos sociais de desigualdade e a ruptura dos vínculos sociais da população em condição de vulnerabilidade e risco. Mobilização de conhecimentos e construção de competências no domínio da intervenção nas políticas públicas.

MÓDULO 2

(específico) - O adolescente em conflito com a lei


Descrição: Discute o direito da criança e do adolescente aprofundando o conhecimento sobre a base legal que ancora o atendimento ao adolescente em conflito com a lei. Estuda os principais aspectos do desenvolvimento psicosocial do adolescente e os fatores multideterminantes de sua conduta e, em particular, as vivências nos grupos e instituições de referência na formação de identidade. Apresenta as interpretações e leituras de autores nacionais sobre o envolvimento dos adolescentes com a violência.

MÓDULO 3

(comum): Proteção Social e as funções do Estado e da sociedade


Descrição: Este Módulo discute as bases históricas do modelo de proteção social brasileiro, a articulação das redes de proteção e os recursos técnicos para a articulação e a participação em redes sociais. Aborda os Direitos Humanos, a compreensão dos instrumentos que protegem esses direitos e a concepção de direitos humanos como fundamento da ação profissional. Analisa a nova tendência da gestão pública por sistemas na Política de Educação, Saúde, Assistência Social e de Atendimento Socioeducativo.

MÓDULO 4

(específico) - Medidas e Programas Socioeducativos


Descrição: Este módulo aborda o planejamento institucional e a gestão, execução e avaliação dos diferentes programas de medidas sócio-educativas discutindo os fluxos, parcerias e a formação dos profissionais envolvidos na execução das medidas socioeducativas analisando os recursos técnicos e o financiamento dos programas. Reflete sobre a elaboração e a aplicação do Plano Individual de Atendimento - PIA, as diretrizes e pressupostos técnicos para sua execução e as abordagens que podem ser utilizadas para sua concretização.

MÓDULO 5

(específico) - Medidas Socioeducativas e Práticas Profissionais


Descrição: Este módulo focaliza especialmente as práticas profissionais no contexto das relações institucionais e da atuação interdisciplinar presente na abordagem individual, grupal e coletiva e os desafios da prática profissional no cotidiano dos programas de atendimento tanto no campo socioassistencial como nas políticas setoriais. Discute a dinâmica das instituições de atendimento socioeducativo, as abordagens, experiências e metodologias para o diagnóstico e a ação em grupos e instituições no trabalho junto aos adolescentes.

TCC – SEMINÁRIOS DE APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO:

Este módulo busca fornecer instrumentos para a elaboração do trabalho de conclusão do curso a partir de subsídios de metodologia científica, de oficinas temáticas e de atividades programadas pertinentes à área de interesse do aluno. Inclui também orientação individual no processo de realização do trabalho a ser apresentado.

7.3. Oficinas Temáticas
- a serem programadas a cada edição dependendo do tema de pesquisa dos alunos

7.4. Atividades Complementares: Atividades Práticas
O curso oferece oportunidade ao aluno para atividades práticas – 10horas por módulo- com o objetivo de dinamizar o processo de aprendizagem e ensino ampliando as possibilidades de compreensão dos fenômenos que envolvem as práticas profissionais com adolescentes em conflito com a lei, sua complexidade e interdisciplinaridade.
As atividades práticas objetivam ainda aproximar a teoria da prática direta nos projetos de atendimento e a aplicação prática de instrumentos, tecnologias e métodos discutidos em sala de aula, o contato com realidades diversas da ação profissional seja em visitas diretas seja por meio de depoimentos, entrevistas ou participação em Seminários e eventos que indiquem novos caminhos possíveis para sua ação profissional.

As atividades estão estruturadas em consonância com os conteúdos de cada um dos módulos do curso e serão realizadas pelos alunos sem a presença dos docentes e gerenciadas por professores responsáveis e pela coordenação do curso.

Constituem as atividades práticas as visitas técnicas, os estudos de caso, as palestras, as pesquisas de campo; as oficinas e mini-cursos, os seminários etc.

7.6. Palavras Chaves:

Adolescente em conflito com a lei- medidas socioeducativas – justiça juvenil- programas e projetos socioeducativos – proteção social especial.


8. PLANO DAS UNIDADES DE ENSINO

Unidade de Ensino: Seguridade e direito de políticas públicas
Módulo: Políticas Públicas e direitos sociais
Carga Horária: 15 horas
Professor (a): Neiri Bruno Chiachio
Titulação: Mestre em Serviço Social

Objetivo Geral: Possibilitar ao aluno uma apreensão crítica dos fatores que determinaram o surgimento das políticas sociais brasileiras, sua configuração atual e o seu significado como respostas a necessidades sociais coletivas.

Ementa: Esta unidade discute os elementos conceituais e a gênese das políticas sociais no Brasil a partir da formação de Estados de Bem Estar Social nas sociedades capitalistas centrais. Analisa a Política social e a questão social no Brasil pós 1930 bem como a responsabilidade do Estado e a provisão complementar do setor privado lucrativo e não lucrativo. Discute ainda o significado e o alcance das políticas sociais brasileiras pós-Constituição de 1988: possibilidades de intervenção, com vistas a efetivação de direitos sociais.

Conteúdo Programático:

O que é política social.
• A formação do conceito de política social.
• Cidadania e direitos sociais.
• Emergência do Estado de Bem Estar Social nas sociedades capitalistas centrais.
• A política social voltada para o adolescente e o jovem.
• Formas de regulação estatal da política social brasileira.
• Filantropia e políticas sociais.
• Política social pós-Constituição de 1988: conteúdo, organização estatal, alcance e limites.

Metodologia: Aulas expositivas dialogadas; Atividade programada em grupo; Leitura, interpretação e análise de artigos publicados em periódicos e livros.
Avaliação: Discussão e exercícios em sala de aula; Participação nos debates; Avaliação conjunta dos conteúdos do módulo em trabalho escrito.

Bibliografia
1. FLEURY. Sonia. “Políticas Sociais e Democratização do Poder Local” in Caderno 2 Políticas Sociais e Modelos de Proteção Social. UNIBAN Brasil/PMSP/PNUD/INDES, 2008.
2. _______. “A natureza do Estado capitalista e das políticas públicas” . In FLEURY, S. Estado sem Cidadãos: seguridade social na América Latina. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1994. p-11-57.
3. JACCOUD Luciana (org). Políticas Sociais no Brasil. Organização, abrangência e Tensões da Ação Estatal. In Questão Social e Políticas Sociais no Brasil contemporâneo. Brasília, IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 2005.
4. BRASIL. IPEA. Boletim de Políticas Sociais. Acompanhamento e análise n.12 e 14, 2006 e 2007. Disponível em http://www.ipea.gov.br
5. PEREIRA. Potyara A.P. Política Social temas & questões. São Paulo, Cortez, 2008.
6. SPOSATI, Aldaiza. “Regulação Social Tardia: característica das políticas sociais latino-americanas na passagem entre o segundo e terceiro milênio” in Caderno 2 Políticas Sociais e Modelos de Proteção Social. UNIBAN Brasil/PMSP/PNUD/INDES, 2008.
7. VIEIRA, Evaldo. Os direitos e a política social. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
8. PALAVRAS CHAVE: políticas públicas, políticas sociais, proteção social, direitos sociais, filantropia.
9. SINOPSE: Política Social e direitos de cidadania. Responsabilidade pública no enfrentamento de expressões da questão social no Brasil.

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Unidade de ensino: Desigualdade, Risco e Vulnerabilidade
Módulo: Políticas Públicas e Direitos Sociais
Carga Horária: 15 horas
Professor (a): Neusa Francisca de Jesus
Titulação: Doutora em Serviço Social

Objetivo Geral: Visa possibilitar a compreensão dos conceitos associados à desigualdade social, pobreza, vulnerabilidade social e risco. Procura-se desenvolver capacidades técnicas e analíticas que permitam identificar os processos e fatores que conduzem à vulnerabilidade social e a aplicação de metodologias para avaliar vulnerabilidade e risco.

Ementa: As determinações da desigualdade social no Brasil. A criminalização da pobreza, a naturalização da desigualdade social e as múltiplas faces da exclusão social. A vulnerabilidade e risco na vida dos adolescentes em conflito com a lei: sistemas de exclusão e desigualdade e as estratégias de intervenção. Os desafios contemporâneos da pobreza metropolitana e as políticas sociais. Estratégias de combate à vulnerabilidade e risco: organizações, mobilizações, lutas por direitos e políticas públicas de cidadania.

Conteúdo Programático

• Os conceitos de desigualdade e pobreza;
• Distribuição de renda e desigualdade; a relação entre distribuição de renda, desigualdade e pobreza;
• Distribuição de renda e crescimento econômico;
• Medidas de pobreza: questões metodológicas, estimativas para o Brasil;
• Distribuição de renda: medidas, questões metodológicas e estimativas para o Brasil
• Políticas públicas, pobreza e desigualdade: Brasil
• Conceito de vulnerabilidade social e conceitos a ele relacionados: pobreza, marginalidade e exclusão social
• Processos e fatores, que determinam as condições de vulnerabilidade social
• Análise e caracterização dos grupos sociais mais vulneráveis socialmente
• A vulnerabilidade social e risco nos territórios urbanos e suas conseqüências;
• Metodologias e indicadores para avaliar e intervir nos contextos de vulnerabilidade social e risco;
• Políticas, programas e instrumentos internacionais e nacionais e com vista a combater a vulnerabilidade e risco.

Métodos
Aulas expositivas dialogadas; leitura orientada; dinâmicas de grupo, consulta documental on line e estudo de caso.

Avaliação
A avaliação terá por base os trabalhos de avaliação contínua resultantes dos exercícios de leitura e pesquisa documental, estudo de caso, realizados a partir do guia fornecido pela docente.

Referências
1. CAMPBELLL, Tom. A pobreza como violação os direitos humanos: justiça global, direitos humanos e as empresas multinacionais. (org. Jorge Werthein e Marlova Jochelovith Noleto). UNESCO 2003 Edição brasileira.
2. KAZTMAN, R.; FILGUERA, F. As normas como bem público e privado: reflexões nas fronteiras do enfoque “ativos, vulnerabilidade e estrutura de oportunidades”. In: CUNHA, J.M.P. (Org.). Novas metrópoles paulistas: população, vulnerabilidade e segregação. Campinas: Unicamp, 2006.
3. KOWARICK, L. Viver em risco: sobre a vulnerabilidade no Brasil urbano. Novos Estudos Cebrap, São Paulo, n.63, 2002.
4. LAVINAS, Lena. Pobreza e exclusão: traduções regionais de duas categorias da prática. Econômica, v.4 n. 1, Junho de 2002.
5. PIOVESAN, Flávia. Pobreza e desigualdade no Brasil. (org. Jorge Werthein e Marlova Jochelovith Noleto) UNESCO, 2003 Edição brasileira.
6. POCHMANN, Márcio. Outra cidade é possível. Alternativas de inclusão social em São Paulo. São Paulo: Cortez Editora,2003.
7. GOMES, Mônica Araújo. Família em situação de vulnerabilidade social: uma questão de políticas públicas. Ciência e Saúde Coletiva, 2005.



Unidade de Ensino: Sociedade contemporânea e os novos padrões societais
Módulo: Políticas Públicas e direitos sociais
Carga Horária: 15 horas
Professor : Paulo Arthur Malvasi
Titulação: Mestre em Antropologia

Objetivo Geral: Fornecer instrumentais teóricos e conceituais para situar os fenômenos transnacionais e locais no âmbito das sociedades complexas e da transformação acelerada das instituições e dos padrões de relações humanas.

Ementa: Aborda os principais fenômenos da globalização; investiga dinâmicas transnacionais e locais no âmbito das sociedades complexas e da transformação acelerada das instituições e dos padrões de relações humanas; as especificidades da sociedade brasileira serão abordadas através da discussão acerca do processo de consolidação democrática, destacando o fenômeno da violência.

Conteúdo Programático:
• As várias faces da globalização (econômica, social, cultural, política e tecnológica)
• Globalização, desigualdades e diferenças
• Transformações radicais e aceleradas e seus impactos nas relações sociais
• Globalização e violência na sociedade brasileira contemporânea

Metodologia: Aulas expositivas dialogadas; Atividade programada em grupo; Leitura, interpretação e análise de artigos publicados em periódicos e livros.

Avaliação: Discussão e exercícios em sala de aula; Participação nos debates; Avaliação conjunta dos conteúdos do módulo em trabalho escrito.

Bibliografia:
1. BAUMAN, Z. O Mal-estar da Pós-Modernidade. Rio de Janeiro. Zahar. 1998.
2. GIDDENS, A. Modernidade e identidade. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002.
3. PERALVA, A. Violência e Democracia: o Paradoxo Brasileiro Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2000.
4. VELHO, G; ALVITO, M (orgs). Cidadania e violência. Ed. UFRJ/Ed. FGV, Rio de Janeiro, 1996.

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Unidade de Ensino: O desenvolvimento psicosocial do adolescente
Módulo2: O adolescente em conflito com a lei
Carga Horária: 15 horas
Professor : Jorge Broide
Titulação: Doutor em Psicologia

Objetivo Geral: O objetivo da disciplina é propiciar ao aluno uma compreensão da constituição do sujeito adolescente por meio da introdução da dinâmica do inconsciente nas relações sociais e familiares.

Ementa: Enfoca os aspectos do desenvolvimento do adolescente – físico, cognitivo, afetivo e social; os fatores multideterminantes de sua conduta e, em particular, as vivências nos grupos e instituições de referência na formação de identidade dos adolescentes. Aborda teorias específicas que contribuem para a compreensão e atuação junto ao adolescente em conflito com a lei.

Conteúdo Programático:

• O desenvolvimento do psiquismo do adolescente.
• O território e a subjetividade do sujeito adolescente.

Metodologia: Aulas expositivas dialogadas; Atividade programada em grupo; Leitura, interpretação e análise de artigos publicados em periódicos e livros.

Avaliação: Discussão e exercícios em sala de aula; Participação nos debates; Avaliação conjunta dos conteúdos do módulo em trabalho escrito.

Bibliografia
1. AULAGNIER, Piera (1989). “Construir seu passado”, in Psicanálise e Universidade, no. 21, set./2004, p. 69-94.
2. DOLTO, Françoise. A causa dos adolescentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
3. _______________. No jogo do desejo – ensaios clínicos. São Paulo: Ática, 1996.
4. LEVISKY, David Léo. et al. Adolescência e violência – conseqüências da realidade brasileira. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
5. ___________________. Reflexões psicanalíticas sobre a adolescência. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998.*
6. ___________________. Adolescência e violência: ações comunitárias na prevenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.*
7. TRASSI, M. de Lourdes. Adolescência – Violência: desperdício de vida. São Paulo: Cortez, 2006.
8. VICENTIM, M. Cristina G. A vida em rebelião – jovens em conflito com a lei. São Paulo: Hucitec, 2006.
9. _______________________. Editora Graziela Costa Pinto. Vários autores. O Olhar adolescente. Revista Mente e Cérebro. ns. 1,2,3,4. São Paulo, 2007.
10. Broide, J. Psicanálise Nas situações sociais críticas. Violência, juventude e periferia em uma abordagem grupal. Curitiba, Editora Juruá, 2008.


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Unidade de Ensino: Adolescência e Criminalidade
Módulo: O adolescente em conflito com a lei
Carga Horária: 15 horas
Professor (a): Maria Fernanda Peres
Titulação: Doutora em Saúde Pública

Objetivo Geral: - Fornecer aos alunos instrumentais teóricos para compreensão da adolescência e sua relação com a violência e a criminalidade

Ementa: Aprofunda os aspectos envolvidos na condição do adolescente enquanto vítima e autor, no cenário da violência. Apresenta e discute as principais características do adolescente envolvido com a criminalidade, analisando as diferenças de classe social, gênero, idade, escolaridade e outras variantes e a abordagem da criminologia crítica.

Conteúdo Programático:

1. Abordagens das ciências sociais à adolescência e à juventude;
2. A presença dos adolescentes e jovens nas estatísticas criminais; o adolescente como vitima e como autor.
3. A adolescência e a violência no contexto brasileiro: leitura de autores nacionais.

Metodologia: Discussão em sala de aula, leitura de textos, aulas expositivas.

Avaliação: Discussão e exercícios em sala de aula; Participação nos debates; Avaliação conjunta dos conteúdos do módulo em trabalho escrito.

Bibliografia
1. ADORNO, Sérgio. A delinqüência juvenil em São Paulo: mitos, imagens e fatos. In: Pro-posições - Revista Quadrimestral da Faculdade de Educação.2. Campinas: Unicamp. Vol. 13, n. 3(39): 45-70, 2002.
2. _____. Bordini, Eliana e LIMA, Renato Sérgio de. O adolescente e as mudanças na criminalidade urbana. In: Revista São Paulo em Perspectiva.Vol.13, no.4, Oct./Dec. 1999.
3. ALMEIDA, M.I.M. de e EUGÊNIO, F. (org.). Culturas jovens ? novos mapas do afeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
4. ASSIS, Simone Gonçalves. Traçando caminhos em uma sociedade violenta: a vida de jovens infratores e de seus irmãos não infratores. Rio deJaneiro: FioCruz, 1999.
5. ASSIS, Simone Gonçalves, CONSTATINO, Patrícia. Filhas do Mundo: infração juvenil feminina no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2001.
6. FREITAS, M.V de. Juventude e adolescência no Brasil: referências conceituais. Ação Educativa. http://www.acaoeducativa.org.br
7. PAIS, J.M. A construção sociológica da juventude – alguns contributos. Análise sociológica, vol XXV (105-106), 1990: 139-165.
8. PERALVA, Angelina. O Jovem como modelo cultural. Revista Brasileira de Educação, 5:15-24, 1997.
9. Peralva, A. Violência e democracia – Paradoxo brasileiro. Paz e Terra, 2000.
10. Zaluar, A. Condomínio do diabo. Paz e terra, 1992.

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Unidade de Ensino: Tendências contemporâneas de gestão por sistemas: SUS, SUAS, SINASE, Sistema Educacional, Pronasci.
Módulo: Proteção Social e as Funções do Estado e da Sociedade
Carga Horária: 15 horas
Professor (a): Maria do Rosário Salles Gomes
Titulação: Doutora em Serviço Social

Objetivo Geral: Contextualizar historicamente os modos de gestão das políticas centrais de proteção social, com ênfase às tendências atuais de gestão pública sistêmica.

Ementa: Situa a constituição (princípios, estruturação e operacionalização) dos sistemas das políticas públicas de saúde, assistência social, educação, além do sub sistema voltado ao adolescente em conflito com a lei, localizando os respectivos marcos regulatórios . Discute os princípios nucleares, organizacionais e operacionais do SUS, SUAS, SINASE, LDB e os diversos tipos de serviços e programas que compõem cada rede das políticas públicas sociais no Brasil. Apresenta e discute as tensões e desafios na articulação inter-sistemas para a consolidação da proteção social pública.

Conteúdo Programático:

- Modelo brasileiro de proteção social
- Ruptura de paradigmas pós-constitucionais
- Peculiaridades do processo de descentralização político-administrativa das políticas de proteção social
- A estratégia de gestão sistêmica das políticas centrais de proteção social
- Tensões e desafios na articulação e complementaridade intersistêmica
Metodologia: Aula dialogada, texto de apoio e exercício de reflexão.
Avaliação: Discussão e exercícios em sala de aula; Participação nos debates; Avaliação conjunta dos conteúdos do módulo em trabalho escrito.
Bibliografia
1. ABPM – Caderno de Fluxos, São Paulo: ABMP/SEDH/CONANDA, 2007.
2. ABMP - Caderno de Textos, São Paulo: ABMP/SEDH/CONANDA, 2007.
3. Brasil. Constituição da república Federativa do Brasil, 1988
4. Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990.
5. Lei de Diretrizes de Bases da Educação Nacional, 1996.
6. Lei Orgânica da Assistência Social, 1993.
7. Política Nacional de Assistência Social, 2004.
8. Norma Operacional Básica/SUAS, 2005.
9. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE), 2006.
10. Ante-Projeto de Lei SINASE n. 1627, 2007.
11.Lei Orgânica do SUS, 1990.
12. AGUIAR, Carlos Alberto Monteiro de. Assistência social no Brasil: a mudança do modelo de gestão. In: Congreso Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública, II, Venezuela: 14-18/out. /1997. Disponível em: .
13. ARRETCHE, Marta. Estado federativo e políticas sociais: determinantes da descentralização. Rio de Janeiro: Revan; São Paulo: Fapesp, 2000.
14. CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Reflexões sobre a construção do Sistema Único de Saúde (SUS): um modo singular de produzir política pública. Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez , .n. 87, Especial, 2006.
15. MESTRINER, Maria Luiza. O Estado entre a filantropia e a assistência social. São Paulo: Cortez, 2001.
16. SPOSATI, Aldaíza. O primeiro ano do Sistema Único de Assistência Social. Revista Serviço Social e Sociedade. São Paulo: Cortez , n. 87, Especial, 2006.
17. Modelo Brasileiro de Proteção Social não-contributiva: concepções fundantes. Paper apresentado em curso de capacitação para gestores públicos na ENAP – Escola Nacional de Administração Pública, 2007. (mimeo).
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Unidade de Ensino: Ética, Direitos Humanos e Proteção Social.
Módulo: Módulo: Proteção Social e as Funções do Estado e da Sociedade
Professor (a): Neusa Francisca de Jesus/Edson Telles
Carga Horária: 15 horas

Objetivo geral: Estudar criticamente a ética e os direitos humanos, com fundamento no discurso filosófico e na prática profissional, buscando compreender os dilemas e desafios contemporâneos, no contexto brasileiro, em especial no atendimento ao adolescente autor de ato infracional, de modo a contribuir para a construção de uma identidade profissional pautada na defesa dos direitos.

Ementa: Introduz uma abordagem filosófica do que seja a ética e suas relações com as atividades profissionais e sociais, visando à compreensão dos direitos humanos enquanto valores construídos historicamente. Fomenta reflexões sobre a atuação os profissionais na atenção ao adolescente em conflito com a lei, acerca dos dilemas éticos, vividos no cotidiano. Aborda os direitos humanos em seu desenvolvimento histórico, colocando em relevo uma concepção de direitos humanos como fundamento da ação profissional.

Conteúdo Programático:

1. A diferença entre Natureza e Cultura;
2. A ética dividida em suas esferas de ocorrência;
3. A ética contingente e autônoma de esquemas pré-concebidos;
4. Ética e Moral: valores, decisão, ação;
5. Uma abordagem clássica do conceito de ética;
6. Ação política e valores éticos
7. Contexto histórico do nascimento dos direitos humanos;
8. Direitos Humanos enquanto valores;
9. Ética e profissão no contexto social brasileiro;
10. A ética e prática profissional: tradições, experiências, perspectivas;
11. Ética e os princípios da ação profissional;

12. A ética e o ato educativo: razão e autonomia da vontade.

Metodologia:
Leituras e comentários de autores de referência na história das idéias; aulas expositivas; debates acerca de temas relativos a situações que colocam em pauta o tema da ética na ação profissional no campo da execução das medidas socioeducativas e especificamente na relação com o adolescente autor de ato infracional; trabalhos em grupos e pesquisas orientadas.
Avaliação
Estudo dirigido/ atividades em grupo: leitura, discussão e apresentação de textos em grupo com orientação do professor e/ou questões norteadoras.

Bibliografia:
1. BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
2. COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. , São Paulo, Saraiva, 2005.
3. GOMES, Luiz Flávio; PIOVESAN, Flávia. O sistema interamericano de proteção dos direitos humanos e o direito brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004
4. IMBERT, F. A questão da Ética no campo educativo. Petrópolis: Vozes, 2001
5. LAFER, Celso. A reconstrução dos direitos humanos - Um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt. Ed. Cia das Letras, 2004.
6. PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional. 5a edição. São Paulo, ed. Max Limonad, 2002.
7. RIOS, Terezinha A. Ética e Competência: Cortez editora, 2001.
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Unidade de Ensino: Proteção Social
Módulo: Módulo: Proteção Social e as Funções do Estado e da Sociedade
Professor (a): Isa Maria F. Rosa Guará
Carga Horária: 15 horas

Ementa : A unidade discute os principais conceitos para a compreensão do sistema de Proteção Social brasileiro e os processos de descentralização e municipalização da proteção social na gestão da política pública brasileira no âmbito local. Apresenta os temas emergentes na execução das políticas sociais de proteção social focalizando o trabalho em redes e parcerias, seus desafios e perspectivas. Apresenta as estratégias e metodologias de ação para fortalecimento das redes primárias na família e na comunidade e as redes secundárias de proteção social das políticas sociais básicas para a implementação das políticas para a adolescência e juventude no Brasil.

Objetivo Geral: Discutir a configuração do sistema de proteção social no Brasil enfatizando seus desafios e avanços, bem como a perspectiva da proteção social em rede e alternativas de articulação e fortalecimento.

Conteúdo programático:

• O que é ser protegido.
• Bases, características e desafios do sistema de proteção social brasileiro
• Crise e conceitos emergentes na Proteção social: universalização e focalização; integralidade e territorialidade; controle social e participação.
• O trabalho em redes: tipos de rede e estratégias de mobilização e participação
• Famílias e redes de proteção pessoal
• Pressupostos da gestão pública em rede
• Socioeducacao e redes sociais: mapeamento das redes sociais na família e na comunidade.

Metodologia
Aulas expositivas dialogadas;
Atividade programada em grupo;
Leitura, interpretação e análise de artigos publicados em periódicos e livros.

Avaliação
Apresentação de trabalhos resultantes de estudos dirigidos ao final da unidade de ensino. Participação dos alunos em sala de aula e relatório de aplicação do instrumental.

Bibliografia
1. ANDRADE , J. Eduardo & RODRIGUES, Julia. Um resumo de quatro décadas de propostas até a instituição do Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária – ProJovem. Cadernos Cenpec. Juventudes Urbanas- 2008
2. CARNEIRO , Carla B.L &L. COSTA, Bruno L. D. ( 2004)Gestão Social: o que há de novo? Vol 1. Fundação João Pinheiro. Belo Horizonte. 2004
3. CARVALHO, M.C. B. Políticas Públicas e Trabalho Social: Polemicas em Debate. Texto apresentado no Seminário Internacional de Metodologias do Trabalho Social. 2006
4. CASTEL, Robert. A Insegurança Social: o que é ser protegido? Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
5. DI GIOVANNI, Geraldo. "Sistema de proteção social: uma introdução conceitual". In: OLIVEIRA, Marco Aurélio de (org.). Reforma do Estado e políticas de emprego no Brasil. Campinas, São Paulo, UNICAMP, IE, 2001.
6. GUARA, Isa M.F.R. Proteção integral em redes sociais. Neca/I. F.H/ SEDH. 2009.
7. _____________& GONÇALVES. A.Sérgio. Redes de proteção social na comunidade. Neca/I. F.H/ SEDH. 2009
8. MARICONDI, M.A. & SOARES, M.L.P.V. Família e rede social. Neca/I. F.H/ SEDH. 2009.
9. SANTOS.Milton. O lugar o o cotidiano. In A natureza do espaço. Hucitec, São Paulo – 1996
10. SERRANO. Claudia. A política social na globalização. Programas de proteção na América Latina. CEPAL. Santiago do Chile. 2005

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Unidade de ensino: Plano socioeducativo institucional
Módulo: Medidas e Programas Socioeducativos
Carga horária: 15 horas
Docente: Irandi Pereira e Claudio Hortêncio Costa
Titulação: Doutora em Educação e Mestre em Direito

Objetivo geral: Trazer ao debate a trajetória de elaboração de planos institucionais na sua relação com o planejamento socioeducativo e como fazer uso de instrumentos e ferramentas específicos para sua construção com ênfase na abordagem de gestão sistêmica.

Ementa: Essa unidade discute a capacidade de elaboração de planos institucionais em resposta ao planejamento socioeducativo, tendo como base o princípio da doutrina da proteção integral adotada pelas normativas internacionais e nacionais, com destaque para as Resoluções do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Na abordagem dos conteúdos, toma-se como referência o recém-aprovado Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE), focalizando sua dimensão político-pedagógica e seu impacto nas rotinas de atendimento ao adolescente em medidas socioeducativas. Apresentação das principais referências teórico-conceituais e práticas para a elaboração de planos socioeducativos institucionais.

Conteúdo programático:
Planos socioeducativos institucionais frente às medidas socioeducativas em regime aberto e em regime fechado: marco legal e institucional; a relação planos institucionais e planejamento socioeducativo.
• SINASE: parâmetros pedagógicos e arquitetônicos e sua relação com a elaboração de planos institucionais.
• Redes: um sistema de incompletudes; intersetorialidade e interdisciplinaridade.
• Metodologias e ferramentas para a elaboração de planos institucionais frente ao sistema de garantia de direitos em sentido restrito e em sentido restrito.

Metodologia: aula expositivo-dialogada; utilização de textos de apoio e legislação ao desenvolvimento dos conteúdos; exercícios práticos para a elaboração de planos institucionais.
Avaliação: Participação nas aulas e debates; leitura prévia dos textos e legislação; elaboração de planos institucionais.

Bibliografia:
1. BRASIL. Constituição Federal, 1988.
2. BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990.
3. BRASIL. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). SEDH/CONANDA. 2006
4. BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social, 1993.
5. CONDECA/SP. Plano Estadual Socioeducativo. Deliberação CONDECA/SP, nº 03/2008 de 30 de Junho de 2008.
6. CONTINI, M. de L. e MOTTI, J. A.. Políticas Públicas e Medidas Socioeducaticas. In PAES, P. C. D. e AMORIM, S. M. F. de (orgs.). In Formação continuada de socioeducadores. UFMS/PREAE/ESCOLA DE CONSELHOS, Campo Grande, 2008, p. 13-34.
7. COSTA, A. C. G. da. Socioeducação: estrutura e funcionamento da comunidade socioeducativa, Brasília : SEDH/SPDCA, abr., 2004.
8. FEBEM/SP. Plano Estadual de Aplicação das Medidas Socioeducativas: Febem-SP, 2005. (Disponível na Internet: http://www.febem.sp.gov.br/files/pdf/plano_est_aplic_med_s_educativa.pdf.)
9. IASP/PR. Pensando e Praticando a Socioeducação. In Cadernos do IASP. Instituto de Ação Social do Paraná. Curitiba, 2007.
10. MENICUCCI, T. M. G. Intersetorialidade, o desafio atual para as políticas sociais. In Revista Pensar – BH: Política Social, Belo Horizonte, mai./jul, 2002.
11. PEREIRA, I. e MESTRINER, M.L. Liberdade Assistida & Prestação de Serviços à Comunidade: medidas de inclusão social voltadas a adolescentes autores de ato infracional. São Paulo: IEE-PUC/SP – FEBEM/SP, Vox, 1999.
12. PEREIRA, I. Programas de socioeducação ao adolescente em conflito com a lei. Maringá: UEM/PEC/PCA – CMDCA de Maringá, 2004.
13. SEDA, E. A Proteção Integral, Campinas: ADES, 1997.
14. SOUZA, R. Caminhos para a Municipalização do Atendimento Socioeducativo em Meio Aberto: liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade. Riod e Janeiro: IBAM/DES ; Brasília: SPDCA/SEDH, 2008.
15. UDE, W. Redes Sociais: possibilidade metodológica para uma prática inclusiva. In CARVALHO, A,, SALLES, F. GUIMARÃES, M. e UDE, W. (orgs.) Políticas Públicas, Belo Horizonte: UFMG, 2002.
16. VIANA, A. L. Abordagens metodológicas em políticas públicas. In Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 30, n. 2, p. 5-43, mar./abr, 1996.
17. RESOLUÇÕES: Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; Conselhos Nacional, Estadual e Municipal de Assistência Social (disponíveis em sites institucionais).
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Unidade de ensino: Programas socioeducativos: planejamento, gestão, avaliação e formação
Módulo: Medidas e Programas Socioeducativos
Carga horária: 15 horas
Docentes: Irandi Pereira e Maria do Rosário Salles Gomes
Titulação: Doutora em Educação e Doutora em Serviço Social

Objetivo geral: Apresentar e estudar detidamente as diferentes modalidades de programas socioeducativos destinados ao adolescente em conflito com a lei, destacando os fundamentos teórico-metodológicos e práticas da gestão pública, as dinâmicas de monitoramento e avaliação sobre a execução dos programas.

Ementa: Estudo detalhado das diferentes modalidades de programas socioeducativos frente à doutrina da proteção integral adotada pelo atual ordenamento jurídico e institucional brasileiro: fundamentos teórico-metodológicos e práticos da gestão dos programas tomando os ideais da política de direitos humanos ao adolescente em cumprimento de medida socioeducativa. Na análise dos diferentes regimes das medidas socioeducativas cabe destaque aos princípios da gestão pública na execução dos programas socioeducativos conduzidos tanto pelas organizações governamentais (OG) quanto pelas não-governamentais (ONG) e seus impactos na atenção cotidiana ao adolescente, à família e à sociedade, em geral. Os aspectos - intersetorialidade e interdisciplinaridade - são elementos constitutivos na organização e práticas dos programas socioeducativos tendo em vista a natureza das medidas socioeducativas e seus regimes. As dinâmicas de monitoramento e avaliação dos programas socioeducativos ganham dimensão prática no desenvolvimento da unidade de ensino. A natureza, os regimes, as competências e as responsabilidades dos entes federados são as bases de análise do princípio da garantia de direitos ao adolescente em conflito com a lei, conforme determinam os marcos legais e institucionais do Brasil.

Conteúdo programático:
• Medidas socioeducativas e a relação com os programas socioeducativos de atenção ao adolescente em cumprimento de decisão judicial: diferentes responsabilidades das instituições e atores do sistema de garantia de direitos (intersetorialidade e interdisciplinaridade).

• Fundamentos teórico-metodológicos da gestão dos programas tomando os ideais da política de direitos humanos ao adolescente em cumprimento de medida socioeducativa: intersetorialidade e interdisciplinaridade; redes sociais e parcerias.

• Organização e execução dos programas socioeducativos: base legal, institucional, competências, responsabilidades e tipos de gestão.

• Medidas Socioeducativas e Programas Socioeducativos: planos institucionais (conselhos e unidades de atendimento) e plano individual de atendimento: responsabilidades, atribuições, acompanhamento, avaliação; redes sociais e parcerias.

• Orçamento e financiamento dos programas socioeducativos: fundo dos direitos e das demais políticas sociais, em especial, da assistência social; co-responsabilidade dos diferentes entes federados, das políticas públicas e organizações da sociedade civil.

• Formação continuada dos profissionais da área tendo em vista a natureza, os regimes, a execução e as responsabilidades diferenciadas na gestão dos programas socioeducativos: papel, função, atribuições e diferentes modos de execução dos programas socioeducativos (intersetorialidade e interdisciplinaridade).

• Analise de diferentes programas de atendimento: princípios e diretrizes para a elaboração de programas socioeducativos (exercício prático).

Metodologia: aula expositivo-dialogada; utilização de textos de apoio e legislação ao desenvolvimento dos conteúdos; exercícios práticos para a elaboração de programas socioeducativos.

Avaliação: Participação nas aulas e debates; leitura prévia dos textos e legislação; elaboração de programas socioeducativos.

Bibliografia:
1. ABONG. Governos e sociedade civil: um debate sobre espaços públicos democráticos. São Paulo: Peirópolis : ABONG, 2003.
2. ARMANI, Domingos. Como elaborar projetos: elaboração e gestão de projetos sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2002.
3. ÁVILA, Célia M. Gestão de projetos sociais. São Paulo: AAPCS, 2000.
4. BRASIL. Constituição Federal, 1988.
5. BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990.
6. BRASIL. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). SEDH/CONANDA. 2006
7. BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social, 1993.
8. COSTA, A. C. G. da. Natureza e essência da ação socioeducativa. In Justiça, adolescente e ato infracional: socioeducação e responsabilização. São Paulo: ABMP/ILANUD/UNICEF, 2006, p. 449-467.
9. _______. Parâmetros para a formação do socieoducador: uma proposta inicial para a reflexão e debate. Brasília: SEDH/SPDCA, 2006.
10. _______. Os regimes de atendimento no Estatuto da Criança e do Adolescente: perspectivas e desafios. Brasília: SEDH/SPDCA, 2006.
11. FERREIRA, F. W. Planejamento: sim e não. São Paulo : Cortez, 1987.
12. IASP/PR. Pensando e Praticando a Socioeducação. In Cadernos do IASP. Instituto de Ação Social do Paraná. Curitiba, 2007.
13. KAUCHAKJE, S. Gestão pública de serviços sociais. Curitiba : IBPEX, 2007.
14. KONZEN, A. A. Reflexões sobre a medida e sua execução ou sobre o nascimento de um modelo de convivência da natureza jurídica das medidas. In Justiça, adolescente e ato infracional: socioeducação e responsabilização. São Paulo: ABMP/ILANUD/UNICEF, 2006.
15. LAVORATTI, C. (Org.). Programa de capacitação permanente na área da infância e da adolescência: o germinar de uma experiência coletiva. Ponta Grossa/PR: UEPG, 2007.
16. MENICUCCI, T. M. G. Intersetorialidade, o desafio atual para as políticas sociais. In Revista Pensar – BH: Política Social, Belo Horizonte, mai./jul, 2002.
17. MINAYO, M. C. de S.; ASSIS, S. G. de; SOUZA, E. R. de (orgs.). Avaliação por triangulação de métodos: abordagem de Programas Sociais, Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 2005.
18. PAES, P. C. D. e AMORIM, S. M. F. de (orgs.). In Formação continuada de socioeducadores. UFMS/PREAE/ESCOLA DE CONSELHOS, Campo Grande, 2008.
19. PEREIRA, I. Programas de Socioeducação ao Adolescente em Conflito com a Lei. MARINGÁ/PR : UEM/SEC/PCA : CMDCA de Maringá, 2004.
20. PEREIRA, I. e MESTRINER, M. L. Liberdade Assistida & Prestação de Serviços à Comunidade: medidas de inclusão social voltadas a adolescentes autores de ato infracional. São Paulo: IEE/PUC-SP / FEBEM/SP : Vox Ed., 1999.
21. RUAS, M. das G. O uso dos indicadores para o monitoramento e avaliação de políticas, programas e projetos públicos. In PMBH – Monitoramento e avaliação da política de assistência social de Belo Horizonte: sistema de indicadores. Belo Horizonte: SMAS, 2007.
22. SOUZA, R. Caminhos para a Municipalização do Atendimento Socioeducativo em Meio Aberto: liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade. Riod e Janeiro: IBAM/DES ; Brasília: SPDCA/SEDH, 2008.
23. UDE, W. Redes Sociais: possibilidade metodológica para uma prática inclusiva. In CARVALHO, A,, SALLES, F. GUIMARÃES, M. e UDE, W. (orgs.) Políticas Públicas, Belo Horizonte: UFMG, 2002.
24. ZAMORA, M. H. (org. ). Para além das grades: elementos para a transformação do sistema socioeducativo. Riod e Janeiro: Loyola – PUC/RJ, 2005.
25. Modelos de Programas Socioeducativos de Unidades de Atendimento (disponíveis em sites institucionais).
26. RESOLUÇÕES: Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; Conselhos Nacional, Estadual e Municipal de Assistência Social (disponíveis em sites institucionais).


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Unidade de ensino: Plano Individual de Atendimento
Módulo: Medidas e Programas Socioeducativos
Carga horária: 15 horas
Docente: Flávio Frassetto
Titulação: Mestre em Psicologia

Objetivo geral: Melhorar a qualificação técnica das equipes profissionais que atuam com medidas socioeducativas na elaboração de estudos de caso e planos individuais de atendimento.
Ementa: Essa unidade discutirá as estratégias e ferramentas para o estudo e diagnóstico dos casos e a concepção, elaboração e aplicação do PIA (Plano Individual de Atendimento) do adolescente atendido nos programas, na interface entre o Poder Judiciário e os programas de execução de medidas. Fornece subsídios para a elaboração de relatórios, laudos e pareceres a partir de referencial técnico-científico e de uma concepção multidisciplinar do estudo de caso. Habilita o profissional para a coleta de dados sobre a história pessoal circunstanciada dos adolescentes, a sistematização e o registro das informações e a produção de análises e sugestões de atendimento e encaminhamento.

Conteúdo programático:
Natureza e fundamentos das medidas socioeducativas e as exigências de instrumental específico.
• Estudo de caso: a concepção multidisciplinar; a contribuição multiprofissional; fundamentos e especificidades de sua construção
• Estudo de caso como atividade técnica no processo de recepção e acompanhamento para diagnóstico do adolescente e encaminhamentos necessários.
• Diferenças entre relatórios, laudos e pareceres: aspectos formais e de conteúdo
• As funções destes instrumentos em diferentes momentos do percurso do adolescente no fluxo do sistema de justiça e o instrumento técnico como viabilização de direitos.
• Comunicação entre equipe técnica e poder judiciário e/ou outras instituições.
• Plano de Atendimento Individual: a adequação à especificidade da medida e ao caso individual. O PIA na rede de atendimento.

Método: Aulas expositivas, leituras complementares, estudos de caso e exercícios práticos com instrumentais utilizados pelos profissionais

Avaliação: Análise de um estudo de caso e seus encaminhamentos.

Bibliografia
1. CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (org). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos. São Paulo: Cortez, 3003.
2. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Código de Ética do Psicólogo Agosto 2005.COSTA, A. C. G. Aventura Pedagógica. Caminhos e Descaminhos de uma Ação Educativa. São Paulo. São Paulo: Columbus cultural, 1999.
3. ______________As bases éticas da ação socioeducativa: referenciais para a ação. SEDH
4. DONZELOT, J. A polícia das famílias. São Paulo: Graal, 1986.
5. ESTADO DO PARANÁ. Pensando e Praticando a Socioeducação. Cadernos do IASP. Instituto de Ação Social do Paraná. Curitiba.2007.
6. FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. História da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes, 1977.
7. _____________ Os anormais. São Paulo: Martins Fontes, 2001FRANCO, Abigail A.P.& MELAO, Magda J.R. ( orgs.) Diálogos Interdisciplinares: a psicologia e o serviço social nas pratica judiciárias. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2007.
8. GADOTTI. Moacir. Contribuição de Paulo Freire ao pensamento pedagógico mundial. Artigo apresentado à Cátedra Paulo Freire. Universidade Nacional da Costa Rica. San José, 19 de abril de 2001
9. LIBERATI, W. D. Processo penal juvenil - a garantia da legalidade na execução de medida socioeducativa. São Paulo: Malheiros, 2006.
10. MAGALHÃES, Selma M. Avaliação e Linguagem- relatórios, laudos e pareceres.
11. MIRANDA. Clara F. MIRANDA.Márcio. Construindo a relação de ajuda. Ed. Crescer.
12. OCAMPO, M.L.S. e colaboradores. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
13. TARIN, Manuel; NAVARRO, José J. Adolescentes en riesgo: casos prácticos y estrategias de intervención socioeducativa. Colección Educar. 2ª. edicción. Editorial CCS: Madris. Espanha. 2006.

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Interdisciplinaridade e cotidiano
Módulo: Medidas Socioeducativas e Práticas Profissionais
Carga horária: 15 horas
Docente: Neusa Francisca de Jesus e Isa Maria F. Rosa Guará
Titulação: Doutoras em Serviço Social

Objetivo Geral : Discutir as possibilidades, limites e caminhos para uma ação interdisciplinar no cotidiano dos programas socioeducativos, desenvolvendo o senso crítico e a disposição para a busca de alternativas mais integradas e democráticas de atendimento.

Ementa: Possibilita aprender, pensar e construir a interdisciplinaridade como possibilidade de intervenção socioeducativa. Aponta alguns pressupostos, princípios e conceitos que se concretizam na busca de soluções conjuntas para enfrentamento dos desafios do trabalho no cotidiano institucional e em equipe interdisciplinar, na perspectiva da abordagem integral ao adolescente. Discute os saberes e fazeres dos programas socioeducativos, as tensões cotidianas na execução das ações interdisciplinares e interinstitucionais, a cultura institucional, as relações de poder e as alternativas para a construção de sentido da comunidade educativa.

Conteúdo programático:
• Competência e identidade do profissional.
• A equipe Interdisciplinar: relações profissionais e convívio.
• Princípios éticos e filosóficos para uma atuação interinstitucional e interdisciplinar.
• Projeto socioeducativo Interdisciplinar: concepções, tipos, etapas na perspectiva interdisciplinar.
• Tensões cotidianas na execução de programas socioeducativos e cultura institucional
• Relações de poder, autonomia e criatividade no contexto da execução de programas socioeducativos.

Metodologia
A unidade será ministrada numa perspectiva teórico-prática, empregando-se uma metodologia participativa : exposição dialogada, seminários, estudos de casos e outras atividades individuais e de grupo.

Avaliação:
Delineamento de um projeto de ação profissional de caráter interdisciplinar a partir de indicativos sugeridos pelo professor.

Bibliografia:
GUARÁ, Isa M. F.R . ( 2005) O novo , o velho e a vida cotidiana. Disponível na Internet : http://envolverde.ig.com.br/?edt=29&sAutor=967. Acesso em 15 de junho de 2009
FAZENDA, Ivani (org. )(2000). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus.
______ (org.) (2001) . Práticas interdisciplinares na escola. 2a ed. São Paulo: Cortez, 1993.
HELLER, A. (1972)O Cotidiano e a História, Rio de Janeiro: Paz e Terra.
SAVATER, F. O valor de educar. Trad da Mônica Stahel. São Paulo; Martins Fontes, 2001.
SEVERINO, Antônio Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da prática. In: Fazenda, Ivani C. Arantes (org.) Didática e interdisciplinaridade. Campinas – SP: Papirus, 1998. p. 31-44.
TRATEMBERG. Maurício. (2001) As relações de poder na escola . Revista Espaço Acadêmico. Ano 1 no 7. Disponível na Internet. http://www.espacoacademico.com.br/007/07trag_escola.htm. Acesso em 15 de junho de 2009
ZAMORA, M. H. (2005). Para além das grades. Elementos para a transformação do sistema socioeducativo. Rio de Janeiro: Editora PUC-Rio.

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Unidade de ensino: Grupos e Instituições
Módulo: Medidas Socioeducativas e Práticas Profissionais
Carga horária: 15 horas
Docente: Jorge Broide
Titulação: Doutor em Psicologia

Objetivo geral: Esta disciplina tem por objetivo propiciar ao aluno uma visão dos processos inconscientes que ocorrem nos grupos e nas instituições.

Ementa: Fornece subsídios quanto às técnicas de diagnóstico dos processos grupais e institucionais. Desenvolve habilidades relativas ao uso da técnica de grupos operativos, com ênfase no manejo de grupos de adolescentes, famílias e profissionais da área.

Conteúdo programático:
• História dos Grupos Operativos.
• Os principais mecanismos do processo grupal.
• A dinâmica institucional.
• A leitura institucional desde o ponto de vista da psicanálise implicada socialmente.

Método: Aulas expositivas. Logo após são desenvolvidos grupos operativos que tem por tarefa a elaboração dos conteúdos teóricos.

Avaliação: Analise de um caso.

Bibliografia::
1. BAREMBLITT, Gregório. Grupos: teoria e técnica. Rio de Janeiro: Graal, 1986.
2. BLEGER, José. Psico-higiene e psicoloiga institucional. Trad. de Emília de Oliveira Diehl.Porto Alegre, Artes Médicas, 1984.
3. ______________. Entrevistas e Grupos. São Paulo: 1989.
4. CASTILHOS, A . A dinâmica do trabalho de grupo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995.
5. PEDUZZI, M. Equipe multiprofissional de saúde: a interface entre trabalho e interação. 1998. Tese(Doutorado) - Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
6. PICHON-RIVIÈRE, E. Processo grupal. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
7. _________________. Teoria do vínculo. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
8. PINCUS, L. Psicodinâmica da família. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
9. SILVA, I. Z. Q. J.; TRAD, L. A. B. O trabalho em equipe no PSF: investigando a articulação técnica e a interação entre os profissionais, Interface -Comunic., Saúde, Educ., v.9, n.16, p.25-38, set.2004/fev.2005.

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Unidade de ensino: Metodologias de Intervenção
Módulo: Medidas Socioeducativas e Práticas Profissionais
Carga horária: 15 horas
Docente: Isa Maria F. R. Guará
Titulação: Doutora em Serviço social

Objetivo geral: Pretende-se levar o aluno a conhecer, analisar e refletir sobre as indicações metodológicas e as abordagens pedagógicas para programas socioeducativos de atendimento aos adolescentes que cumprem medida socioeducativa.

Ementa: Fornece subsídios técnicos e reflexivos sobre a abordagem e manejo de estratégias e técnicas de intervenção com o adolescente em diferentes contextos de atendimento, a dinâmica e a organização das rotinas de trabalho e encaminhamentos aplicados no projeto político pedagógico dos programas socioeducativos com adolescentes em conflito com a lei.

Conteúdo programático
• Socioeducação: conceituação e debate.
• Modelos de Justiça Juvenil e ECA.
• Educação integral e socioeducação
• A pedagogia da presença e seus fundamentos
• Rotinas e desafios da ação no cotidiano institucional
• Diferentes perspectivas teóricas aplicáveis à socioeducação

Método: Leitura previa e resumo dos textos indicados para discussão em aula – Exposição dialogada e apresentação de um instrumental de apoio

Avaliação: Resumos dos textos indicados e aplicação de um instrumental de apoio.

Bibliografia
1. AROLA, Ramon Llongueras .A Intervenção Social: Uma Ação Construtiva?. Revista de Ciências da Educação. Lorena, ano 4, nº6, p 115-136, 2002
2. BAZON. Marina Rezende. Psicoeducação: teoria e prática junto a crianças e adolescentes em situação de risco psicosocial. Holos Edit.. Rib Preto. 2002
3. BRASIL. SEDH. SINASE.Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo. 2007
4. COSTA, Antonio C.G. Pedagogia da Presença: da solidão ao encontro. Belo Horizonte: Modus Faciendi, 1997
5. _________________Socioeducação: Estrutura e Funcionamento da Comunidade Educativa. - Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2006.
6. _________________Aventura Pedagógica- caminhos e descaminhos de uma ação educativa. Modus Faciendi. Belo Horizonte.2001.
7. ESTADO DO PARANÁ. Pensando e Praticando a Socioeducação.Cadernos do IASP. Instituto de Ação Social do Paraná. Curitiba.2007.
8. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo. Ed. Paz e Terra. 1996
9. GORDILLO. M.V. Desarollo moral y educacion. Ediciones Universidad de Navarra- Eunsa- 1992- Espanha
10. GUARÁ, Isa M.F.Rosa. Educação e desenvolvimento integral: articulando saberes na escola e além da escola. Texto de circulação restrita. Mimeo. 2008
11. INSTITUTO DE ESTUDOS ESPECIAIS & CAPES - Metodologias do Trabalho Social. 2008.
12. PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Assistência Social. Parâmetros para ações socioeducativas. 2008.
13. TARIN, Manuel; NAVARRO, José J. Adolescentes en riesgo: casos prácticos y estrategias de intervención socioeducativa. Colección Educar. 2ª. edicción. Editorial CCS: Madris. Espanha. 2006.


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Unidade de Ensino: Metodologia Científica
Módulo: Seminários de Aplicação do Conhecimento
Carga horária: 10 horas
Docente: Nilton Ken Ota
Titulação: Mestre em Sociologia

Objetivo geral: Introduzir os conceitos básicos da pesquisa cientifica e as orientações para a definição mais clara da pesquisa e a elaboração da monografia.

Ementa: Apresenta a estrutura básica da pesquisa científica no contexto das áreas sociais críticas, introduzindo os alunos no processo de articulação entre a prática profissional e a problematização teórico-metodológica da investigação. Subsidia a confecção do pré-projeto do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Conteúdo
- As etapas do processo investigativo
- Estruturação do TCC: tema, problema, objetivos, justificativa, metodologia, bibliografia
- Finalização do pré-projeto do TCC

Método: aula expositiva e orientação individual para a elaboração do projeto
Avaliação: Avaliação do pré-projeto apresentado

Bibliografia
SELLTIZ, C.; JAHODA, M.; DEUTSCH, M.; COOK, S. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais, 3 volumes, Editora Pedagógica e Universitária: São Paulo, 1987.
UNIBAN. Apostilas de educação à distância, mimeo: São Paulo, 2008.

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Unidade de Ensino: Oficinas complementares
Módulo: Seminários de Aplicação do Conhecimento
Carga horária: 15 horas
Docente: Nilton Ken Ota
Titulação: Mestre em Sociologia

Objetivo geral: Introduzir os conceitos complementares sobre tipos de pesquisa, fonte e recursos de avaliação, coleta e análise de dados.

Ementa: Aborda os principais recursos de investigação qualitativa e apresenta o delineamento básico de uma pesquisa de natureza quantitativa. Instrumentaliza os alunos, por meio de exercícios presenciais, para a construção dos momentos de um processo investigativo: projeto de pesquisa, campo/coleta de informações, análise dos resultados e organização do relatório final.

Conteúdo
- Tipos de pesquisa
- Recursos básicos de investigação
- Métodos quantitativos e qualitativos
- Redação do relatório de pesquisa

Método: Exposição e exercícios práticos
Avaliação: participação do aluno nas atividades

Bibliografia:
SELLTIZ, C.; JAHODA, M.; DEUTSCH, M.; COOK, S. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais, 3 volumes, Editora Pedagógica e Universitária: São Paulo, 1987.
UNIBAN. Apostilas de educação à distância, mimeo: São Paulo, 2008.



9. MÉTODO

O curso de especialização Adolescente em conflito com a lei – práticas profissionais - está organizado de modo a garantir a articulação do embasamento teórico com a prática. O produto final esperado é uma monografia que apresente uma proposta de intervenção com forte embasamento teórico-metodológico.

Para cumprir este objetivo, a estrutura curricular do curso é composta de unidades de ensino que atendem a três eixos: fundamentos teórico-conceituais, metodologia do trabalho científico e aplicação e execução das medidas socioeducativas.

O principal recurso metodológico deste curso é a sistematização dos conhecimentos através do processo de construção e desenvolvimento da pesquisa científica. Todos os módulos deverão contemplar conteúdos que apóiem o desenvolvimento do projeto monográfico.

Os módulos comuns do Núcleo de Áreas Sociais Críticas oferecem uma visão mais ampla dos dilemas e desafios da política social e da ação publica com a população em situação de vulnerabilidade e risco. Os demais módulos discutem diretamente a estrutura dos serviços e a ação profissional junto a população juvenil envolvida em delitos.

As questões relacionadas ao tema Adolescência em Conflito com a Lei demandam o conhecimento de um conjunto de conceitos e recursos metodológicos inter-relacionados que permitem observar, compreender a problemática em suas características básicas e orientar possíveis soluções. Por isso, as unidades de ensino deste programa contemplam o estudo de diversas áreas do conhecimento, tais como Sociologia, Antropologia, Psicologia, Pedagogia, Serviço Social, Direito, Educação. Desta forma, garante-se a abordagem interdisciplinar nas disciplinas desde o planejamento conjunto do curso por professores das diferentes especialidades, no desenvolvimento do curso ( em sala de aula) e na avaliação.

Além disso, os projetos de pesquisa visando a elaboração da monografia serão acompanhados pela equipe multidisciplinar do curso que orientará os trabalhos relacionando-os aos conteúdos teóricos e técnicos. Pretende-se privilegiar a construção de propostas , metodologias e instrumentos de intervenção que estejam embasadas em saberes teórico-práticos das diferentes áreas do conhecimento relacionadas à temática Adolescente em Conflito com a Lei.

10. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação de todas as atividades será implantada para garantir a qualidade do curso, permitindo a potencialização dos resultados positivos com base no Regimento Geral da Pós-Graduação.

Avaliação dos alunos: Será feita através de trabalhos práticos, relatórios de estudos, resumos ou resenhas de textos indicados e demais produções resultantes das Atividades Práticas, tais como visitas técnicas, apresentações de seminários sobre temas escolhidos e monografia. Em cada unidade de ensino o professor fará opcionalmente uma avaliação individual, que se somará à avaliação do módulo resultante do produto solicitado aos alunos na atividade prática: relatório, resumo, elaboração ou aplicação de recursos técnicos, etc. Os resultados ponderados da avaliação individual na unidade de ensino e no módulo constituirão média mínima de 7,0 (sete) final e freqüência mínima de 75%, que deverá ser considerada suficiente pelo docente de cada disciplina e pela Coordenação do Curso.

Avaliação dos Docentes: Será realizada pelos alunos, aplicada pela coordenação do curso ao final de cada disciplina ministrada, visando à melhoria permanente da qualidade do ensino de Pós-Graduação.
Avaliação do Curso/Coordenação/ Administrativo / Instalações Físicas: Será realizada através de questionários aplicados aos alunos e docentes.

11. CONTROLE DE FREQUENCIA

Para aprovação o aluno deverá ter no mínimo de 75% de freqüência por Módulo. O Controle será realizado através de folha de registro de freqüência fornecido aos docentes a cada aula.


12. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Para obtenção do título de especialista será exigido de cada aluno a apresentação de Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso – TCC à Banca examinadora para análise, argüição e aprovação, após a conclusão das disciplinas.

a) O aluno deverá entregar à Coordenação do curso, no prazo previamente divulgado no cronograma de atividades, a Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, devidamente assinado por seu orientador e dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas e outras adotadas pela UNIBAN.

b) A nota mínima para aprovação da monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso é sete (sete).


13. CERTIFICAÇÃO

A Instituição irá chancelar o certificado de lato sensu do aluno que tenha cumprido as 360 horas com freqüência mínima de 75% das aulas e atividades, com o aproveitamento do conteúdo estabelecido na matriz curricular do curso, que compreende: disciplinas, atividades práticas, orientação e a Monografia ou Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, nos termos da Resolução CNE/CES nº 01, de 03 de abril de 2001 e/ou as Resoluções dos respectivos Conselhos Profissionais.
Além da certificação final, ao término de cada módulo serão emitidos os respectivos certificados de extensão.
Os alunos que freqüentarem módulos isolados poderão requerer certificação de extensão, desde que também cumprido com a freqüência a 75% das aulas e atividades do modulo e obtido a avaliação mínima de 7 (sete).
Os alunos que freqüentarem mais de um modulo com mínimo de 180 horas, com freqüência a 75% das aulas e atividades dos módulos e obtido a avaliação mínima de 7 (sete) nos módulos freqüentados, poderão solicitar a certificação a curso de aperfeiçoamento em Comunicação de Moda.
As certificações emitidas terão validade para equivalência caso o aluno retorne ao curso de lato sensu num prazo de até 3 anos contados do início do seu afastamento. Todos os certificados terão no verso o conteúdo dos módulos freqüentados, as respectivas notas, a carga horária e os nomes e titulação dos docentes.

14. INFORMAÇÕES DA COORDENAÇÃO E DO CORPO DOCENTE

COORDENAÇÃO

Isa Maria Ferreira da Rosa Guará
E-Mail: isaguara@uol.com.br

Formação Acadëmica: Doutorado Em Serviço Social – Mestrado em Serviço Social
Graduação - Área: Pedagogia
Especialização: Psicopedagogia
Vínculo Institucional com a UNIBAN: Professor 40 Hs.



14.2. Docentes:

Neiri Bruno Chiachio
e-mail: neirib@uol.com.br

Formação acadêmica:
Graduação: Serviço Social
Mestrado (stricto sensu): Serviço Social área de política social

Currículo Lattes: (inserir o link)



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Cláudio Hortêncio Costa
e-mail:claudio.costa@uniban.br

Formação acadêmica:
Graduação: Letras e Direito
Mestrado (stricto sensu):Direito
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/537264417213651



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Neusa Francisca de Jesus
e-mail: nfjesus@uol.com.br

Formação acadêmica:
Graduação: Pedagogia
Especialização (lato sensu):
Mestrado (stricto sensu): Serviço Social
Doutorado: Serviço Sociual – PUC SP
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4791418470382213


………………………………………………………………………………………………………………………………………………….

Edson Luís de Almeida Teles

e-mail: edson.teles@uniban.br

Formação acadêmica: Doutor em Filosofia (USP)
Graduação: Filosofia (USP)
Especialização (lato sensu):
Mestrado (stricto sensu): Filosofia (USP)
Doutorado: Filosofia (USP)
Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4768738P7


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Maria do Rosario Corrêa de Salles Gomes
e-mail:maro@iron.com.br

Formação acadêmica:
Graduação: Serviço Social PUCSP
Especialização (lato sensu): Saúde Pública UNISANTOS
Mestrado (stricto sensu): Serviço Social PUCSP
Doutorado: Serviço Social PUC/SP
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6280490331608437


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Jorge Broide
e-mail:jorgebro@uol.com.br


Formação acadêmica:Psicologia
Graduação:PUC-SP
Mestrado (stricto sensu):Psicologia - PUCCAMP

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0856753268753713


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Maria Fernanda T. Peres
e-mail: maria.peres@uniban.br

Formação acadêmica: médica, doutora em saúde pública
Graduação:Medicina
Especialização (lato sensu):
Mestrado (stricto sensu): Saúde coletiva
Doutorado: Saúde Pública
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5828464492633734

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Paulo Artur Malvasi
e-mail: paulo.malvasi@uniban.br

Formação acadêmica:
Graduação: Ciências Sociais/USP
Mestrado (stricto sensu):Mestre em Antroplogia Social/USP
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5197649277065949

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Flavio Américo Frasseto
e-mail:frasseto@ig.com.br

Formação acadêmica:
Graduação: Direito (1989) e Psicologia (1999)
Mestrado (stricto sensu): IPUSP - 2006
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2197362209657898

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Irandi Pereira
e-mail: irandip@gmail.com

Formação acadêmica:
Graduação: Letras (FFCL de Franca/SP) e Pedagogia (UNIFRAN/SP)
Mestrado (stricto sensu): Educação (USP Faculdade de Educação)
Doutorado: Educação (USP Faculdade de Educação)
Currículo Lattes: HTTP://lattes.cnpq.br/3312701286183687


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Nilton Ken Ota
e-mail: nilton.otta@uniban.com

Formação acadêmica:
Graduação: Ciências Sociais (Universidade de São Paulo/USP)
Comunicação social - propaganda e marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing/ESPM)
Especialização (lato sensu): formação em Psicanálise (Centro Lacaniano de Investigação da Ansiedade/ clinica)
Mestrado (stricto sensu): Sociologia (Universidade De São Paulo/Usp)

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/850849009214703


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Wilson Donizeti Liberati
e-mail: wilson.liberati@yahoo.com.br


Formação acadêmica:
Graduação: Direito e Filosofia
Especialização (lato sensu):
Mestrado (stricto sensu):PUC-SP (mestrado em direito das relações sociais)
Doutorado: USP (direito civil)
Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4774886Z6

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